Mapa da Cultura: conheça a plataforma lançada pelo Governo Federal
O fomento ao mercado cultural é essencial para que toda a sociedade se beneficie. Quanto mais as ações receberem apoio e público, melhores e maiores serão os impactos. Pensando nisso, o Governo Federal criou o Mapa da Cultura.
Em 2015, a plataforma começou a ser utilizada com integração com o Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC). Essa é uma ferramenta indispensável para produtores, empresários e para o público geral.
Para entender melhor, veja como funciona o Mapa da Cultura e tire todas as suas dúvidas!
Afinal, o que é essa plataforma?
Em parceria com o Instituto TIM e a Secretaria de Cultura de São Paulo, o Ministério da Cultura inaugurou a plataforma de código aberto. Por causa de tal característica, o Mapa da Cultura pode ser modificado por desenvolvedores voluntários e por outros estados e cidades de forma livre.
Atualmente, diversos locais já contam com o sistema, como Pernambuco, Sergipe, Ceará e Tocantins, além do próprio estado de São Paulo. Entre os municípios, destacam-se Belo Horizonte, São José dos Campos e Blumenau.
De modo geral, ela é responsável por reunir diversas informações culturais em todo o país, inclusive de projetos, produtores/artistas, locais e editais.
Qual é o objetivo do Mapa da Cultura?
A base de dados do Mapa da Cultura é composta pelo Cadastro Nacional de Museus, pela Rede de Cultura Viva e pelo Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas. Com centenas de projetos cadastrados, é o principal instrumento para acompanhar o desenvolvimento de atividades do tipo.
O objetivo da plataforma é democratizar o acesso às informações do mercado cultural, ao mesmo tempo em que centraliza esses dados. Com a informatização do conhecimento, ainda há garantia de mobilidade na utilização.
Quantos projetos estão cadastrados?
Desde a sua criação, o Mapa da Cultura só tem crescido. Atualmente, são 49 mil agentes cadastrados, entre individuais e coletivos e das áreas de música, meio ambiente e patrimônio material, entre outras.
Quanto aos espaços, são 16 mil presentes e 149 eventos agendados das diversas artes. Em relação aos projetos, há mais de 1.400 propostas, com mostras, encontros, saraus e convenções.
Quais são os impactos positivos dessa criação?
O lançamento da ferramenta é muito importante para toda a sociedade. Graças à união dos bancos de dados, as informações estão a apenas um clique de distância. Isso traz visibilidade para os projetos, os artistas, os espaços, os eventos e os produtores. Ou seja, todo o setor tem uma plataforma importante de exposição.
Além de tudo, é uma fonte de consulta ideal para o planejamento. O público pode acessar para descobrir as realizações mais próximas da sua cidade, por exemplo. Já os empresários procuram alternativas para patrocinar e que tenham a ver com o negócio.
Quanto aos produtores, a pesquisa prévia ajuda a direcionar a própria ideia, de modo a criar propostas interessantes.
Como cadastrar o seu projeto?
Se quiser fazer a inclusão da sua realização, tudo começa com o IDCultura. Se você ainda não tiver a sua conta, apresente suas informações para criar um acesso. É possível, inclusive, utilizar a integração com as redes sociais.
Ao clicar em “Adicionar Projeto”, você deverá adicionar um novo agente. É preciso preencher alguns dados, como CPF/CNPJ, telefone, endereço, tipologia e breve descrição.
Depois, é o momento de incluir a sua realização. Entre as informações exigidas, estão foto, descrição, data, local e tipo. Assim, os visitantes poderão pesquisar a sua proposta quando ela estiver postada.
Caso tenha dúvidas, o apoio de uma assessoria para projetos culturais pode ajudá-lo. Desse modo, fica mais fácil finalizar o cadastro.
O Mapa da Cultura é uma plataforma democrática e inovadora, com os principais dados de projetos culturais do Brasil. Ao acessá-la e fazer parte dela, é possível obter maior visibilidade e aproveitar seus benefícios.
Para o período de execução, veja como prestar contas corretamente e com ética e evite problemas na finalização.